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sábado, 2 de julho de 2011

Tropa Delta - Equipe


Atuação: Grupo de Heróis
Liderança: Coronel Salvador
Base de Operações: Resende - RJ, Brasil

Durante a Guerra Fria, um projeto de engenharia genética foi elaborado na URSS baseado em estudos desenvolvidos pelos Nazistas, o programa Perfect Soldata, que pretendia criar super-soldados. Em função da corrida armamentista e tecnológica entre o Bloco Capitalista e o Bloco Stalinista, os EUA obtiveram informações importantes sobre o desenvolvimento do projeto soviético e, na década de 1970, começaram a criar também seus experimentos. O projeto ianque envolvia uma parceria entre o governo e empresas privadas, especialmente a Light Associated Companies, e foi chamado de Hercules Project, ou Projeto Hércules.
O projeto foi desenvolvido em vários lugares do mundo, incluindo o Brasil, onde foi um dos mais bem-sucedidos. Ao final da ditadura militar brasileira, uma nova arma foi criada no Exército Brasileiro, a de Operações Secretas (OS), conhecida apenas pelo Estado Maior e pelos membros da nova Arma. Ela teve como função criar vários projetos e ações, dentre eles o projeto da Tropa Delta - e ele foi um sucesso.
Em inícios de 1980, 5 crianças foram criadas neste projeto e as 5 receberam treinamento de elite tanto em suas habilidades físicas quanto em seus poderes.
A abertura política, no entanto, o decadente prestígio do Exército e a queda da URSS levaram o projeto a ser estagnado, mantendo-se apenas a tropa já formada. Ela, no entanto, deu grande prestígio ao Brasil na correlação de forças internacional; com o mundo longe de qualquer grande conflito em vista, a tropa foi deslocada de sua utilidade inicial e passou a ser usada como agentes de elite em favor dos interesses comuns entre Brasil e EUA no combate ao crime e ao terrorismo internacionais.
A Equipe, no entanto, não é homogênea, e as circunstâncias históricas contribuíram para que essa tropa não saísse como esperado. Além de alguns serem questionadores demais, alguns deles também se identificam demais com concepções progressistas.

Apesar disso e dos eventuais conflitos entre a Operações Secretas e a equipe, eles hoje funcionam como uma equipe internacional de heróis comandados pela OS e com algum prestígio internacional, mas bastante prestígio nacional. Eles atuam constantemente em conjunto com outros grupos de heróis e com tropas internacionais, especialmente as da ONU. Apesar disso, algumas tecnologias mais avançadas não estão disponíveis a eles por conta da precariedade do Estado brasileiro.
Várias ações da OS, no entanto, são desconhecidas para a Tropa e várias delas não são nada heróicas. Essa contradição se mostra em alguns momentos e poderá se mostrar no futuro.

Integrantes:
  • Cabo Psica (Alfa H334-B): Líder de Campo da Equipe, produzida com enormes poderes psíquicos que ela inibe com o uso de um inibidor em forma de tiara. É reservada e séria, dona de um QI extraodrinário, apesar de submissa aos valores militares. Sabe de mais do que aparenta sobre as ações da OS, mas esconde de todos.
 
  • Soldado Tupã (Alfa H335-B): Segundo no comando da Tropa, produzido com poderes elétricos. Tem um braço mecanizado em conseqüência de um acidente no treinamento. É sério e impositivo, seguidor cego pelos valores militares, beirando quase ao Facismo.
  • Soldado Cobra (Alfa H336-B): Terceiro no Comando da Tropa, é o produto mais complexo de engenharia genética do projeto. Foi produzido com características reptilianas (Couraça de crocodilo, pernas de lagarto, dentes e garras de jacaré, ossos de cobra, regeneração acelerada e estrutura física geral de um humano) e tem garras metálicas implantadas (características de vários ciborgues das pesquisas da empresa Light). É questionador e impulsivo, sendo, assim, um elemento problemático do grupo, inclusive simpatizando com algumas concepções de esquerda. Sua aparência o faz guardar uma angústia grande por se achar um monstro.
  • Soldado Solar (Alfa H337-B): Quarto no comando da tropa, produzido com poderes sobre o plasma. É um elemento cuidadoso e atencioso, e, por isso mesmo, internamente questionador. Tem tendências à esquerda e, por isso, acaba tendo alguns conflitos com a equipe.

  • Soldado Giga (Alfa H338-B): Produzida com expansão extrema das capacidades físicas humanas (super-força, super-agilidade, super-resistência...). É fanfarrona e despreocupada, além de impulsiva, o que a torna um membro desprezado pelo comando da OS, apesar de ter, em vários momenos, uma tremenda importância para o grupo. Lasciviosa, com tendências Bi e auto-afirmada.

  • Coronel Salvador: Degenerado e Autoritário militar saudosista da ditadura, comanda a equipe de maneira extremamente impositiva e conspira contra os membros problemáticos do grupo. Mantém conexões importantes com as empresas Light e com a CIA.

Para entender melhor esta equipe, procure informações nos seguintes temas:
- Exército Brasileiro;
- Hierarquia Militar;
- Ditadura Militar Brasileira;
- CIA;
- Esquerda e Direita;
- ONU;
- Guerra Fria;

sábado, 11 de junho de 2011

Miss Action - Personagem


Nome Verdadeiro: Janet Winston
Espécie: Humana
Papel: Herói
Local de Nascimento: Los Angeles, EUA
Base de Operações: Los Angeles, EUA

Inimigos:
Ismail Nazari - Líder de Organização Terrorista Islâmica
Kenneth Wiseheart - Empresário Internacional envolvido com tráficos de Armas e Drogas
Lucky Jack - Ladrão Internacional

Janet nasceu numa família de classe média, filha da futuramente divorciada Rebbeca Winston. Ela cresceu, apesar da super-proteção da mãe, como uma jovem bem-resolvida. Dentre suas preferências, estavam os esportes, especialmente as artes marciais. Inclusive por conta da super-proteção da mãe, Janet desenvolveu um interesse enorme por ação e risco.
No final de sua adolescência, ela alistou-se no exército dos EUA e teve um bom destaque em seu desempenho, apesar dos protestos e receios de sua mãe.
Em determinado momento, ela foi encontrada por Adam Roy, um genial executivo do ramo do entretenimento, que apareceu com uma idéia excêntrica para um negócio. Ele veio para ela com a idéia da Miss Action.
A Miss Action seria uma heroína de verdade, e, ao mesmo tempo, uma personagem comercial. Ele a transformaria numa agente pública de elite a trabalhar em conjunto com o governo americano a nível internacional; ao mesmo tempo, a fama da agente serviria para transformá-la numa atriz de filmes e seriados de ação e numa marca altamente vendável. Para isso, ele precisava de uma mulher perfeita: extremamente bonita, extremamente habilidosa, extremamente confiante, extremamente bem treinada. Janet era aquela que se encaixava perfeitamente no perfil e, após muito procurar, ele chegou até ela e a fez a proposta.
A princípio, ela ficou preocupada e exitou em aceitar, mas a promessa de fama, fortuna e ação a seduziram e ela aderiu à proposta - e deu certo.
Acompanhada diretamente pelo Agente Wesley Smith, que a passa informações, missões, equipamentos e às vezes mesmo ajuda direta, ela passou a ser peça chave para várias ações internacionais do governo americano.
A relação dela com Adam, agora seu empresário, se desenvolveu para algo como "pai e filha", tendo ele muito apreço por Janet e sua segurança. Compartilha essa preocupação com a agora deslumbrada, agora rica e sempre passional Rebbeca.

Hoje, A Miss Action atua enfrentando organizações criminosas internacionais com o apoio direto do governo dos EUA, aparecendo publicamente como "querida" não-convencional da América (exemplo para mulheres e sex symbol para os homens), e como atriz. Ela se encontra com seu empresário no Estúdio, tenta dar conta do consumismo e da preocupação cômica de sua mãe. Janet aproveita sua fama e sua fortuna, mas também sente-se extremamente estimulada pela ação de sua vida nova - e não pretende largá-la tão cedo.
Não possui um uniforme só, usando vários estilos de roupa elaborados por especialistas em moda e figurino.


Executivo Adam Roy 

Agente Wesley Smith

Rebbeca Winston (mãe)